[Cipriano Dourado]

[Cipriano Dourado]
[Plantadora de Arroz, 1954] [Cipriano Dourado (1921-1981)]

segunda-feira, 30 de maio de 2016

[1488.] ESTÓRIAS DO TEMPO DA OUTRA SENHORA [VIII] || RTP2

* ESTÓRIAS DO TEMPO DA OUTRA SENHORA || RTP2 || EDGAR FELDMAN *

|| 7.º EPISÓDIO || 30 DE MAIO || 23H30 || A VOZ DAS CAMARADAS ||


A vivência nas casas clandestinas narradas pelas mulheres que as governavam. Caía sobre elas a responsabilidade das lides domésticas e da segurança da casa e do companheiro. Num país recheado de informadores, todo o cuidado era pouco. Teodósia Gervásio e Margarida Tengarrinha são duas das mulheres que contam as suas peripécias.

sábado, 28 de maio de 2016

[1487.] O VOTO DE CAROLINA BEATRIZ ÂNGELO || 28 DE MAIO DE 1911

HÁ 105 ANOS || O NÃO ACASO DO VOTO DE CAROLINA BEATRIZ ÂNGELO *


[Peças de design de Maria Borges e de Artur Madeira para a Exposição dedicada a Carolina Beatriz Ângelo organizada pelo Museu da Guarda em 2010]

Carolina Beatriz Ângelo votou há 105 anos para as eleições para a Assembleia Nacional Constituinte.

Foi a primeira mulher a votar em Portugal e uma das primeiras a fazê-lo em todo o mundo. E não foi um acaso ou uma benesse (como se ambos fossem possíveis numa sociedade tão atrasada e conservadora como a portuguesa).

O seu voto só foi possível na sequência de uma Revolução e quando o país ainda estava sob o efeito das suas consequências mais imediatas.

Não por acaso, aconteceu com o Governo Provisório saído do 5 de Outubro e quando os novos poderes ainda não estavam definitivamente instituídos.

E só foi possível o voto porque um grupo de mulheres há alguns anos funcionava como grupo de pressão e muitas delas pertenciam à mesma geração dos políticos republicanos.

Considerar o sucedido a 28 de Maio de 1911 um acaso é não valorizar a intensa e persistente campanha que mobilizou, entre 1906 e 1911, cerca de dois milhares de mulheres em torno do reconhecimento de alguns dos seus direitos.

quinta-feira, 26 de maio de 2016

[1486.] ABÍLIO MENDES [II] E ABEL SALAZAR [III] || CORRESPONDÊNCIA POR JAIME MENDES

* CORRESPONDÊNCIA DE ABÍLIO MENDES COM ABEL SALAZAR || POR JAIME MENDES *

No dia 24 de Maio de 2016, na Biblioteca da Ordem dos Médicos repleta de assistência, foi apresentado pelo Dr. Manuel Sá Marques e por António Ventura o livro Correspondência de Abílio Mendes com Abel Salazar, de Jaime Mendes. 

O elucidativo texto do Dr. Manuel Sá Marques merece ser lido aqui, no seu Blogue Bernardino Machado.

[Âncora Editora || 2016]

quarta-feira, 25 de maio de 2016

[1485.] EXPOSIÇÃO "OS CICLOS DO ARROZ" [III] || MUSEU DO NEO-REALISMO

* OS CICLOS DO ARROZ || MUSEU DO NEO-REALISMO *

|| 16 DE ABRIL A 2 DE OUTUBRO DE 2016 ||

|| CATÁLOGO ||


[João Madeira || Gaibéuas, Glorianas e Caramelas onde os ciclos de arroz se cruzam]

[1484.] EXPOSIÇÃO "OS CICLOS DO ARROZ" [II] || MUSEU DO NEO-REALISMO

* OS CICLOS DO ARROZ || MUSEU DO NEO-REALISMO *

|| 16 DE ABRIL A 2 DE OUTUBRO DE 2016 ||

||  ALICE JORGE || ANTÓNIO ALFREDO || CIPRIANO DOURADO || JÚLIO POMAR || LIMA DE FREITAS || ROGÉRIO RIBEIRO ||

|| CATÁLOGO ||

[Museu do Neo-Realismo || 2016]


sábado, 21 de maio de 2016

[1483.] MÁRIO DIONÍSIO [III]

* MUSEU DO NEO-REALISMO || CENTENÁRIO DO NASCIMENTO DE MÁRIO DIONÍSIO *


|| EXPOSIÇÃO || PASSAGEIRO CLANDESTINO MÁRIO DIONÍSIO 100 ANOS || 14 DE MAIO DE 2016 - 26 DE FEVEREIRO DE 2017 ||

Inaugurou-se no dia 14 de Maio, no Museu do Neo-Realismo, a Exposição comemorativa do centenário de nascimento de Mário Dionísio “Passageiro Clandestino Mário Dionísio 100 Anos”.

A exposição, que tem curadoria de António Pedro Pita, pretende homenagear o poeta, artista e pensador, focando-se, sobretudo, na documentação e interpretação da intervenção de Mário Dionísio enquanto teórico do neorrealismo, o mais relevante desta corrente e um dos mais importantes teóricos da arte do século XX.

sexta-feira, 20 de maio de 2016

[1482.] ABEL SALAZAR [II]

* ABEL SALAZAR. RETRATO EM MOVIMENTO *

A propósito do lançamento no dia 24 de Maio da Correspondência de Abílio Mendes com Abel Salazar, de Jaime Mendes, eis um livro que recolhe vários testemunhos acerca de Abel Salazar, editado pelo Campo das Letras em 1998.

|| Organização: de Luísa Garcia Fernandes || Nota Introdutória: Nuno Grande || Direcção Gráfica: Armando Alves ||





[Porto || Campo das Letras || 1998]

quinta-feira, 19 de maio de 2016

[1481.] ESTÓRIAS DO TEMPO DA OUTRA SENHORA [VII] || RTP2

* ESTÓRIAS DO TEMPO DA OUTRA SENHORA || RTP2 || EDGAR FELDMAN *

|| 6.º EPISÓDIO || 23 DE MAIO || 23H30 || ANDA CÁ Ó POMBA ||


A história da captura e da vida na prisão do historiador António Borges Coelho, com relatos do seu dia a dia no cárcere, dos tribunais plenários que o julgaram e da sua participação na preparação célebre fuga de Peniche, em que participou Álvaro Cunhal.

Entrevista de Nuno Ramos de Almeida.

quarta-feira, 18 de maio de 2016

[1480.] APELO DO JORNAL O REBATE ÀS MULHERES PORTUGUESAS [III] || 1928

* MULHERES PORTUGUESAS NA RESISTÊNCIA À DITADURA MILITAR || 1928 || O APELO DE O REBATE *

|| SOCORRO AOS PRESOS, DEPORTADOS E EMIGRADOS REPUBLICANOS || 

Entre os abaixo-mencionados, há vários nomes (muito) conhecidos. Outros, aguardam ser resgatados.  

[O Rebate || 1 de Junho de 1928]

terça-feira, 17 de maio de 2016

[1479.] APELO DO JORNAL O REBATE ÀS MULHERES PORTUGUESAS [II] || 1928

* MULHERES PORTUGUESAS NA RESISTÊNCIA À DITADURA MILITAR || 1928 || O APELO DE O REBATE *

|| SOCORRO AOS PRESOS, DEPORTADOS E EMIGRADOS REPUBLICANOS ||

[O Rebate || 31 de Maio de 1928]

segunda-feira, 16 de maio de 2016

[1478.] ESTÓRIAS DO TEMPO DA OUTRA SENHORA [VI] || RTP2

* ESTÓRIAS DO TEMPO DA OUTRA SENHORA || RTP2 || EDGAR FELDMAN *

|| 5.º EPISÓDIO || 16 DE MAIO || 23H30 || OS PRIMEIROS DESERTORES ||


As peripécias da primeira deserção de um alferes miliciano e de um cabo do exército português, do norte de Angola para o vizinho Congo Belga recentemente independente. Uma aventura recheada de prisões, tortura, racismo e também redenção.

[1477.] ABÍLIO MENDES [I] E ABEL SALAZAR [I] || CORRESPONDÊNCIA POR JAIME MENDES

* CORRESPONDÊNCIA DE ABÍLIO MENDES COM ABEL SALAZAR || POR JAIME MENDES *


|| LANÇAMENTO || BIBLIOTECA HISTÓRICA DA ORDEM DOS MÉDICOS || 24 DE MAIO DE 2016 || 18H30 ||


Sobre Abel Salazar [1889-1946] consultar, entre outros, o texto de Helena Pato para o Blogue Antifascistas da Resistência, de 20 de Maio de 2015.

Sobre o percurso profissional, cívico e humanista do médico Abílio da Costa Mendes [1911-1992], ver o escrito do filho Jaime Teixeira Mendes no Blogue Caminho Salomão, de 19 de Janeiro de 2010, e a biografia da autoria de António Ventura no Blogue Antifascistas da Resistência, de 14 de Junho de 2015.

[2016 || Âncora Editora]

domingo, 15 de maio de 2016

[1476.] MUSEU DO ALJUBE - RESISTÊNCIA E LIBERDADE [VII]

* VIDAS PRISIONÁVEIS *

|| ARTUR PINTO || FILIPE ROSAS *

|| CONVERSAS CONDUZIDAS POR ANA ARANHA || 18 DE MAIO DE 2016 || 16 HORAS ||


|| ARTUR PINTO ||

[Fotografia retirada do Blogue Antifascistas da Resistência]

|| Dados retirados da Biografia de Helena Pato para o Blogue Antifascistas da Resistência || 05 de Junho de 2015 ||

Nasceu em 1942.

Participou na campanha eleitoral da candidatura do General Humberto Delgado à Presidência da República, em 1958.

Frequentou a Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa entre 1961 e 1965, sendo dirigente estudantil entre 1963 e 1965.

Em 1965, foi preso pela PIDE e julgado em Tribunal Plenário.

Em 1968, enquanto prestava serviço militar, apoiou e colaborou na fuga de dois camaradas africanos que se vão juntar à luta do PAIGC.

Militou no movimento CDE, em 1969.

Em 1970 apoiou e colaborou na fuga de dois militantes antifascistas para França.

Em Maio de 1974, enquanto independente, encontrou-se com um elemento do secretariado do PCE para colaborar no apoio à visita clandestina a Lisboa de Santiago Carrillo, secretário-geral daquele partido.

[...]

Foi um dos fundadores, em 2005, do Movimento Cívico Não Apaguem a Memória (NAM), integrando os seus corpos gerentes desde o principio desta associação. 

Criou e coordenou a Comissão para as Comemorações da Crise Académica de 1962, de que se destacaram as do Cinquentenário. 

Coordenou a publicação do livro evocativo "100 Dias Que Abalaram o Regime".

Foi um dos obreiros da homenagem aos advogados dos presos políticos, promovida pelo NAM, na Assembleia da República, em Janeiro de 2014.

|| FILIPE MANUEL MENDES ROSAS ||

Preso em 1965.

[1475.] 15 DE MAIO DE 1991 [I]

sexta-feira, 13 de maio de 2016

[1474.] MARIA MANUELA LIMA VIEIRA SOARES DAVID [II]

* ASSOCIAÇÃO FEMININA PORTUGUESA PARA A PAZ || PORTO *

Reconstituir percursos e sociabilidades é um processo moroso e não isento de erros, incorrecções, omissões, situação ainda mais complexa quando se desaparece novo e, aparentemente, sem deixar (quase) memórias. 

Maria Manuela Lima Vieira Soares David, falecida em 22 de Março de 1948, com apenas 23 anos de idade, é mais um nome que merece ser redescoberto.

Estudante universitária do Curso de Matemáticas da Faculdade de Ciências da Universidade do Porto, foi uma das fundadoras e dirigente da Delegação do Porto da Associação Feminina Portuguesa para a Paz, destacando-se pela forma como se entregava às suas tarefas e actividades.

Segundo palavras sentidas de Maria Branca Ribeiro de Lemos [f. 20/05/2012], uma das presidente da agremiação durante a década de 1940, a esta "rapariga magra e pálida, despreocupada de indumentária, sempre carinhosa e compreensiva perante os nossos pequenos problemas pessoais como se tivesse muitos anos de experiência vividos" muito devia "a nossa Associação, onde por vezes com prejuízo da sua saúde, abalada nos últimos tempos, ela comparecia, trabalhava, lutava, no seu fito de se dar à Mulher para melhor consciência da sua missão na Paz" [Boletim da AFPP, Nº 6, Julho de 1949].

Mas Maria Manuela Lima Vieira Soares David integrava um núcleo familiar que se destacou quer na AFPP, quer na luta antifascista, nomeadamente: Natália Henrique Soares David Campos e Maria Brígida da Conceição Silva Martins, que viria a casar ou já estaria casada com o seu irmão Fernando Lima Vieira Soares David. 

Por sua vez, as três irmãs (Armanda da Conceição, Helena Maria e Maria Lucília da Silva Martins também eram associadas e os dois irmãos (José Augusto e Júlio da Conceição Silva Martins) da cunhada eram importantes quadros e dirigentes do Partido Comunista. 

 [Boletim da AFPP || 06 || Julho de 1949]

quinta-feira, 12 de maio de 2016

[1473.] ANA DE CASTRO OSÓRIO || 1916

* SUBINSPECTORA DOS TRABALHOS TÉCNICOS FEMININOS *

Em Junho de 1916, António Maria da Silva, ministro do Trabalho, criou a inspecção feminina ao trabalho das mulheres e para subinspectora dos trabalhos técnicos femininos foi nomeada Ana de Castro Osório.

No entanto, esse cargo trouxe-lhe dissabores e acusações graves ao seu desempenho, tendo o jornal A Voz, através da articulista Adelaide Abrantes, questionado a utilidade dessas subinspectoras, considerando um favorecimento do ministro às suas afilhadas, e atacado directamente o papel de Ana de Castro Osório, acusando-a de ditadora e de conivência com os patrões, ao não aplicar no terreno a abolição dos serões das costureiras, lei então decretada pelo governo da República. 

A representante das costureiras que, segundo a própria, militava há vinte e seis anos no movimento de classe e há vinte e dois na política socialista foi contundente em relação à escritora, considerando que isso já era de prever “com a nomeação de senhoras que nunca trabalharam, nem conhecem o valor do trabalho, nem os sacrifícios dos que trabalham [...] E diz-se essa sr.ª subinspectora defensora do sexo feminino”.

Para Adelaide Abrantes, “a emancipação dos trabalhadores há-de ser obra dos mesmos trabalhadores”, não podendo esse posicionamento crítico ser dissociado da escassa influência de Ana de Castro Osório junto do operariado feminino. 

[A Folha || 30 de Setembro de 1916]

quarta-feira, 11 de maio de 2016

terça-feira, 10 de maio de 2016

domingo, 8 de maio de 2016

[1469.] LUÍS ALVES DE CARVALHO [I]

* LUÍS ALVES DE CARVALHO *
[15/12/1899 - 1978]

[Porto, 22/06/1974 || Pormenor de uma fotografia de Sérgio Valente || Sérgio Valente. Um fotógrafo na revolução || Edições Afrontamento || 2015]

Os nomes têm rosto: Luís Alves de Carvalho, marido de Herculana de Jesus da Costa Dias [23/12/1900-16/05/1952] e pai de Guilherme [1921-1973] e Luísa Herculana Alves de Carvalho (Lagoa) [n. 15/07/1922], fotografado por Sérgio Valente quando cumprimenta Álvaro Cunhal por ocasião do primeiro comício do Partido Comunista realizado no Porto após o 25 de Abril de 1974. Atrás, Albertina Diogo Carvalho, a nora que, tal como Guilherme da Costa Carvalho, também conheceu a prisão e a tortura durante a ditadura.

[Pormenor de fotografia de Sérgio Valente || Sérgio Valente. Um fotógrafo na Revolução || 2015]

Escreve-se, geralmente, sobre Herculana e Guilherme da Costa Carvalho, mas não se deve esquecer o que Luís Alves de Carvalho fez pelo filho e por todos os presos políticos até 1974. Um dos problemas com que os historiadores se debatem é a ausência da identificação de muitos dos protagonistas. Por isso, os trabalhos fotográficos de Sérgio Valente constituem documentos históricos insubstituíveis.

Filho de Luísa de Azevedo ou Luísa de Jesus [15/07/1876-11/11/1966], natural do Porto, e de José Alves de Carvalho [01/04/1867-06/06/1954], natural de Celorico de Basto, Luís Alves de Carvalho nasceu em 15 de Dezembro de 1899.

Concluiu o Curso Comercial, foi contabilista da primeira cooperativa de táxis existente no Porto e, mais tarde, ligou-se à Banca, sendo corrector de fundos públicos da Bolsa do Porto durante quase cinquenta anos [Lúcia Serralheiro, "Herculana de Jesus da Costa Dias Carvalho", Dicionário no Feminino (Séculos XIX-XX), 2005]. 

Conhecido corretor da cidade do Porto, procurou, em conjunto com a mulher, minorar o sofrimento do filho sempre que este estava preso, contribuindo, também, para ajudar todos os outros presos que se encontravam na mesma situação daquele. 

Devido às suas influências, foi possível ao casal visitar Guilherme da Costa quando este estava preso no Campo de Concentração do Tarrafal, a única visita que os Tarrafalistas receberam e que nunca esqueceram, e deveu-se muito a Luís Alves de Carvalho a ideia e o custeamento do Mausoléu aos 32 resistentes antifascistas que ali morreram erigido no Cemitério do Alto de S. João, em Lisboa.

A correspondência trocada entre Virgínia Moura e António Lobão Vital refere, por diversas vezes, a solidariedade exemplar do casal Herculana e Luís Alves de Carvalho, sendo que, mesmo presa, Virgínia Moura procurou dar o apoio possível a este quando enviuvou em maio de 1952: "Querido António, se ainda não escreveste ao senhor Luís de Carvalho, peço-te muito muito que o faças rapidamente. É muito nosso amigo e por isso merece ser tratado por nós com todas as deferências. Ele escreveu-te logo ao outro dia do funeral da esposa. Mesmo nos momentos dolorosíssimos que passou, nunca nos esqueceu. É bem uma prova a carta que te escreveu. Eu tenho-lhe escrito." [carta de VM a ALV datada de 28 de Maio de 1952, Tem cuidado, meu amor. Cartas da prisão de Virgínia Moura e António Lobão Vital, Associação dos Jornalistas e Homens de Letras do Porto, 2015]  

[João Esteves] 

sábado, 7 de maio de 2016

[1468.] D. MARIA I [I]

* D. MARIA I || II CENTENÁRIO DA MORTE *

|| 12 DE MAIO DE 2016 || FCSH - UNL || 18 HORAS ||

|| LUÍSA PAIVA BOLÉO || MARIA DO CÉU BORRÊCHO ||


[1467.] TEODÓSIA VAGARINHO GREGÓRIO [I]

* TEODÓSIA DA CONCEIÇÃO VAGARINHO GREGÓRIO *
[1935 - 06/05/2016]

[in João Céu e Silva || Álvaro Cunhal e as mulheres que tomaram partido || ASA || 2006]


|| ENTREVISTA DE GINA DE FREITAS A TEODÓSIA VAGARINHO || DIÁRIO DE LISBOA || 29 DE JANEIRO DE 1975 ||


sexta-feira, 6 de maio de 2016

[1466.] ROSA TENGARRINHA [I] || APARENTEMENTE

* APARENTEMENTE || EXPOSIÇÃO DE FOTOGRAFIA || ROSA TENGARRINHA *


|| ARTE GRAÇA || JUNTA DE FREGUESIA DE SÃO VICENTE || RUA DA GRAÇA 27-29 ||

[1465.] OS REFUGIADOS EM PORTUGAL [I]

* OS REFUGIADOS EM PORTUGAL || IRENE PIMENTEL *


|| LIVRARIA ALMEDINA - ATRIUM SALDANHA || 13 DE MAIO || 18H30 || 


quinta-feira, 5 de maio de 2016

[1464.] MUSEU DO ALJUBE - RESISTÊNCIA E LIBERDADE [VIII]

* VIDAS PRISIONÁVEIS || JAIME CONDE *
[Jaime do Rosário Fernandes Conde]

|| CONVERSAS CONDUZIDAS POR ANA ARANHA || 11 DE MAIO DE 2016 || 16 HORAS ||



Sobre a "Revolta da Sé" [1959], ler o texto de Irene Pimentel, de 23 de Março de 2009, no Blogue Caminhos da Memória.

quarta-feira, 4 de maio de 2016

[1463.] ESTÓRIAS DO TEMPO DA OUTRA SENHORA [V] || RTP2

* ESTÓRIAS DO TEMPO DA OUTRA SENHORA || RTP2 || EDGAR FELDMAN *

|| 4.º EPISÓDIO || 9 DE MAIO || 23H30 || TIPOGRAFIAS CLANDESTINAS ||


Durante quase toda a ditadura, as tipografias clandestinas do PCP editaram regularmente o jornal Avante! e diversas publicações clandestinas. Como eram feitos estes jornais, quem os fazia, os perigos que corriam, Tudo isto nos é relatado por antigos tipógrafos. 

|| TIPOGRAFIAS CLANDESTINAS ||

Há, ainda, uma História por fazer e divulgar das Tipografias Clandestinas que, com uma dedicação e sacrifício de Homens e Mulheres, funcionaram de forma ininterrupta durante quase cinco décadas de Ditadura.

E, é bom relembrar, onde havia uma tipografia clandestina, lá estavam mulheres, algumas já evocadas, outras que merecem sair do anonimato. 

|| MANUEL DA SILVA || GERTRUDES PAULINO ||

[Edições Avante! || 1996]

|| CARLOS PIRES ||

[Edições Avante! || 2011]

[1462.] 25 DE ABRIL DE 1974 - COMUNICADOS DO MFA [II] || 04H45

* 25 DE ABRIL DE 1974 || 2.º COMUNICADO DO MOVIMENTO DAS FORÇAS ARMADAS || 04H45 *