[Cipriano Dourado]

[Cipriano Dourado]
[Plantadora de Arroz, 1954] [Cipriano Dourado (1921-1981)]

domingo, 30 de novembro de 2014

[0858.] MARIA MANUELA LIMA VIEIRA SOARES DAVID [I]

* MARIA MANUELA LIMA VIEIRA SOARES DAVID *
[1924/5-1948]

Estudante universitária de Matemáticas.

Sócia, desde o início, da Delegação do Porto da Associação Feminina Portuguesa para a Paz.

Em 1943/1944, foi eleita 2.ª Vogal da Direção.

Segundo Maria Branca Lemos, em escrito evocativo do 1.º aniversário da sua morte, foi uma militante empenhada e corajosa.

Faleceu a 22 de Março de 1948, com apenas 23 anos de idade.

Porque desapareceu tão cedo, é hoje um nome praticamente desconhecido ou ignorado.

[in Boletim da AFPP, N.º 6, Julho de 1949]

sexta-feira, 28 de novembro de 2014

[0856.] BIBLIOTECA ANA DE CASTRO OSÓRIO // ELINA GUIMARÃES

* ELINA GUIMARÃES NA BIBLIOTECA ESPECIALIZADA ANA DE CASTRO OSÓRIO // BELÉM *

** 12 DE DEZEMBRO DE 2014 // 17.30 **


[0855.] MARIA HELENA PATO [I]



* HELENA PATO ENTREVISTADA POR GINA DE FREITAS *

** DIÁRIO DE LISBOA // 27 DE MARÇO DE 1975 ** 


[Diário de Lisboa, 27/03/1975, p. 5]

[0854.] MARIA REGINA TAVARES DA SILVA // PRÉMIO DIREITOS HUMANOS


* JUSTÍSSIMO RECONHECIMENTO A MARIA REGINA TAVARES DA SILVA *



"A Comissão de Assuntos Constitucionais, Direitos, Liberdades e Garantias da Assembleia da República, no âmbito do «Prémio Direitos Humanos 2014», atribuiu a Regina Tavares da Silva uma das duas medalhas de ouro comemorativas do 50.º aniversário da Declaração Universal dos Direitos Humanos.

Regina Tavares da Silva foi presidente da Comissão da Condição Feminina (CCF) de 1986 a 1991, e da Comissão para a Igualdade e Direitos das Mulheres (CIDM) de 1991 a 1992. Por convite de Maria de Lourdes Pintasilgo, em 1974, integrou a primeira Comissão que em Portugal se ocupou das questões relativas à situação das mulheres e à não discriminação com base no sexo e, desde então até 2004, não mais deixaria de exercer funções nesta instituição. Segundo palavras da própria, [trata-se] de uma área de trabalho que em termos substantivos significava [e significa] uma nova visão de sociedade e das relações entre mulheres e homens, decisiva para o bem-estar, o desenvolvimento humano e o progresso da Humanidade.

Visionária e percursora, desenvolveu trabalho de especial complexidade em Portugal, na Organização das Nações Unidas e no contexto europeu. É-lhe reconhecido um percurso profissional, e pessoal, singular, tanto nacional como internacionalmente, em prol dos direitos humanos das mulheres, criando com isso mais sinergias para as questões das portuguesas, uma herança que ainda hoje se faz sentir na CIG.

Esta homenagem deve-se à presença incontornável de Regina Tavares da Silva na intervenção pelos direitos das mulheres e da igualdade de género enquanto direitos fundamentais e exigência da democracia, com vista a um desenvolvimento global mais equilibrado e justo.

A cerimónia terá lugar no dia 10 de dezembro (por convite) na Assembleia da República."

* * *
Autora de vasta bibliografia, Regina Tavares da Silva colaborou no Dicionário Feminino (séculos XIX-XX), editado pelos Livros Horizonte em 2005, e Feminae - Dicionário Contemporâneo, editado pela CIG em 2013.

segunda-feira, 24 de novembro de 2014

[0850.] ROXANA SOSA // CONFERÊNCIA U. ABERTA [I]

* ROXANA SOSA *

- NUEVOS MODOS DE REPRESENTACIÓN EMERGENTES UTILIZADOS EN LAS OBRAS DE LAS MUJERES ARTISTAS -

* UNIVERSIDADE ABERTA // 26 DE NOVEMBRO DE 2014 // 17H30 *


RESUMO *

El objetivo de esta conferencia es analizar cómo el arte hecho por mujeres puede ser explicado a través de la noción de fragmentación, especialmente las obras de las artistas referidas en el trabajo. Esto es, las españolas Esther Ferrer y Concha Jerez, y las norteamericanas Barbara Kruger y Jenny Holzer. Como describiremos, este concepto proporciona un elemento común a una diversidad heterogénea de propuestas artísticas realizadas por mujeres creadoras. 

El conocimiento de las mujeres artistas constituye un instrumento de reflexión sobre el papel de la estética contemporánea actual, y el lenguaje utilizado por las mismas permite adentrarnos en el estudio de obras generadas por las creadoras caracterizado, como analizaré a lo largo de esta conferencia, por la heterogeneidad de prácticas y temáticas introducidas que permiten hablar de una idiosincrasia en el planteamiento temático, así como formal.

terça-feira, 18 de novembro de 2014

sábado, 15 de novembro de 2014

quarta-feira, 12 de novembro de 2014

[0843.] FERNANDO MASCARENHAS [I]

* FERNANDO JOSÉ FERNANDES COSTA MASCARENHAS *
[17/04/1945-12/11/2014]

Licenciado em Filosofia pela Universidade de Lisboa, frequentou a Universidade de Coimbra e a de Nanterre. Foi Assistente e, depois, Assistente Convidado da Universidade de Évora entre 1979 e 1988. Instituiu, em 1989, a Fundação das Casas de Fronteira e Alorna, atribuindo-lhe uma vocação cultural. 12.º Marquês de Fronteira.

Nas eleições de Outubro de 1969, foi candidato nas listas da Oposição Democrática (CDE) pelo círculo de Portalegre.


Fernando Mascarenhas escreveu para Feminae. Dicionário Contemporâneo, editado em 2013 pela Comissão para a Cidadania e Igualdade de Género, uma entrada biográfica sobre Maria Margarida de Sousa Canavarro de Meneses Fernandes Costa [24/02/1917-25/12/2003], sua mãe. 

[in Feminae. Dicionário Contemporâneo, CIG, 2013]

terça-feira, 11 de novembro de 2014

[0842.] MARIA FRANCISCA DANTAS MACHADO [V] // ANTÓNIO MACHADO

|| PARA O DR. MANUEL SÁ MARQUES, COM UM ABRAÇO AMIGO ||

* MARIA FRANCISCA DANTAS MACHADO *
[18/08/1899 - 12/10/1918]

[Fotografia retirada do Blogue Bernardino Machado, do Dr. Manuel Sá Marques]


* ESCRITO DO IRMÃO ANTÓNIO MACHADO, DATADO DE 25 DE OUTUBRO DE 1918 *

 [A Semeadora, N.º 36, Dezembro de 1918]

[0841.] MARIA FRANCISCA DANTAS MACHADO [IV]

* PARA O MUITO ESTIMADO AMIGO DR. MANUEL SÁ MARQUES, COM UM APERTADO ABRAÇO *

* MARIA FRANCISCA DANTAS MACHADO *
[18/08/1899-12/10/1918]


[A Semeadora, n.º 36, Dezembro de 1918]


[0840.] ARMISTÍCIO [I] // ANA DE CASTRO OSÓRIO

* O ARMISTÍCIO POR ANA DE CASTRO OSÓRIO *

- 1918 -


[A Semeadora, n.º 36, Dezembro de 1918]