[Cipriano Dourado]

[Cipriano Dourado]
[Plantadora de Arroz, 1954] [Cipriano Dourado (1921-1981)]

quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

[0505.] LIGA REPUBLICANA DAS MULHERES PORTUGUESAS


* Desenho, assinado por Alberto de Sousa, alusivo a uma reunião da LRMP *

Ana Maria Gonçalves Dias // Ana de Castro Osório // Rita Dantas Machado
[O Mundo, 07/03/1910,  p. 1]

segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

domingo, 26 de janeiro de 2014

[0501.] ASSOCIAÇÃO DE PROPAGANDA FEMINISTA || LOGÓTIPO


* LOGÓTIPO DA ASSOCIAÇÃO DE PROPAGANDA FEMINISTA *
[1911-1918]


[Logótipo "recuperado" pelo Mestre José Ruy para a Exposição Percursos, Conquistas e Derrotas das Mulheres na 1.ª República || BMRR - 2010]

sábado, 25 de janeiro de 2014

[0500.] Subscrição a favor dos presos, deportados e emigrados políticos - 1928 [I]

* 1928 *
 [O Rebate, 02/06/1928]

Em meados de 1928, O Rebate, diário do Partido Republicano Português, lançou um apelo às mulheres portuguesas para que se organizassem de forma a promover uma grande subscrição nacional a favor das famílias dos presos, deportados e emigrados políticos. A Comissão de Honra era presidida pela esposa de António José de Almeida e tinha como Vogais as esposas de Domingos Pereira, de Ginestal Machado, de António Maria da Silva, de Pestana Júnior e de Ramada Curto; a Comissão Executiva era presidida pela Dr.ª Elina Guimarães de Palma Carlos, sendo Vogais Margarida Maia Rebelo e Vitória Pais Madeira. A Tesoureira era Teresa de Morais e a Secretária Geral Catarina Correia Machado Serras. Significativamente, os nomes da Comissão de Honra são publicitados em função dos apelidos dos maridos, editando o periódico extensas listas de pessoas que contribuíram para esse amplo movimento nacional de solidariedade.

[O Rebate, 02/06/1928] 

[0499.] Maria Helena Magro [V]


- Maria Helena Alves Tavares Magro -

[1923-1956]

Evocação de Júlia Coutinho:

sexta-feira, 24 de janeiro de 2014

[0498.] MARIA HELENA MAGRO [IV]


- MARIA HELENA ALVES TAVARES MAGRO -
[1923-1956]

 Evocação de Margarida Tengarrinha 
[Extractos]

 [...]

[...]
[in Margarida Tengarrinha, Quadros da Memória, Edições Avante!, 2004]

quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

[0497.] MARIA HELENA MAGRO [III]


* MARIA HELENA ALVES TAVARES MAGRO -

- O pai e os filhos Helena e José Magro -

Francisco Félix Tavares Magro
[16/03/1896-13/05/1946]


José Alves Tavares Magro
 [1920-1980]

Maria Helena Alves Tavares Magro
[1923-1956]

Desenho de Margarida Tengarrinha publicado em abril de 1961 em A Voz das Camaradas das Casas do Partido.

Sobre o percurso do pai, Francisco Félix Tavares Magro, que foi iniciado na Maçonaria em 1916, ver a obra de António Ventura A Maçonaria no distrito de Portalegre (1903-1935) [Caleidoscópio, 2007], de onde foi retirada a respectiva fotografia.

Sobre a mãe, Flora Carlota Alves Magro, ver, neste blog, [0441.]

[0496.] MARIA HELENA MAGRO [II]


* MARIA HELENA ALVES TAVARES MAGRO *
[1923-1956]

** Apontamentos de José Magro sobre a irmã **
    [1920-1980]

 
 [in José Magro, Cartas da Clandestinidade, Edições Avante!, 2007]

quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

[0495.] MARIA HELENA MAGRO [I]

|| VIVER, LUTAR E MORRER NA CLANDESTINIDADE: MARIA HELENA ALVES TAVARES MAGRO ||

[01/01/1923 - /12/1956]

[Desenho de Margarida Tengarrinha publicado em abril de 1961 em A Voz das Camaradas das Casas do Partido]


Militante clandestina do Partido Comunista Português nas décadas de 40 e 50 do século XX, faleceu em Dezembro de 1956.

Filha de Francisco Félix Tavares Magro (1896-1946) e de Flora Carlota Alves Magro; irmã de João e José Alves Tavares Magro (1920-1980); cunhada de Aida de Freitas Loureiro Magro (1918-2011).

Frequentou o Liceu Filipa de Lencastre onde, segundo Vanda Gorjão, Alda Nogueira se tornou sua amiga inseparável.

Matriculou-se na Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa no ano lectivo de 1940/41 e participou nas greves académicas de 1941

Ingressou, em 1943, no Partido Comunista Português.

Em finais de 1945, quando frequentava o 4.º ano, foi incentivada pelo irmão José, “no pequeno jardim defronte da Casa da Moeda”, a integrar os quadros clandestinos do Partido, naquele que seria o último encontro entre ambos. Jamais abandonou a clandestinidade ou voltou a ver os familiares.

Aluna com altas classificações, deixou então o curso por concluir e viveu durante onze anos na clandestinidade, sem nunca ser presa.

Tornou-se companheira de Joaquim Pires Jorge (1907-1984), de cuja união nasceu a filha Clara.

Escreveu, a partir de 1947, no jornal 3 Páginas e em A Voz das Camaradas das Casas do Partido, com o pseudónimo Manuela; em O Militante assinava com o nome de Clara.

O último artigo, sobre “A Importância da Cultura Geral”, data de Novembro de 1956.

Em Dezembro, em vésperas de completar 34 anos, morreu no hospital de complicações de parto do segundo filho.

Margarida Tengarrinha, no livro Quadros da Memória, evoca este desenlace, até porque Pires Jorge se encontrava então em sua casa, e a importância que Helena Magro, que nunca conheceu pessoalmente, teve na adaptação à sua própria vida clandestina.

Aquando da morte, José Dias Coelho escreveu no jornal Avante! palavras sentidas e o seu retrato em gravura, também da sua autoria, foi publicado no número de Abril de 1961 de A Voz das Camaradas das Casas do Partido.

Com cerca de dois anos de idade, Clara, um dos muitos “filhos da clandestinidade”, foi entregue à família da mãe e criada pelo tio João Luís e pela avó Flora Magro que, durante vinte e três anos consecutivos, em condições inimagináveis, andou a caminho das cadeias políticas para visitar o filho (José Magro), a nora (Aida Magro) ou o genro (Pires Jorge), encarcerado entre 1961 e 1971, a quem levava a filha nas visitas de fim-de-semana ao Forte de Peniche.

Júlia Coutinho, no seu blogue As Causas da Júlia, evocou-a no dia 1 de janeiro de 2009, data em que completaria 86 anos de idade.

[João Esteves]

[0494.] ANA DE CASTRO OSÓRIO / 1915


* AS MULHERES E A GUERRA DE 1914-1918 *


terça-feira, 21 de janeiro de 2014

[0493.] Campanha Presidencial de Ruy Luís Gomes


Postal editado pelo MUD-Juvenil - 1951


 [via Madalena Coelho Marques de Almeida, que apoiou o MUD-Juvenil e participou nesta campanha]

[0492.] MADALENA COELHO MARQUES DE ALMEIDA [II]


* MADALENA COELHO MARQUES DE ALMEIDA *
[1916-2013]

Um nome essencial aos núcleos de Coimbra do 
CNMP e da AFPP 
 [Madalena Almeida e Boaventura Tavares, pormenor
08/05/1956]
[Fotografia retirada de Alberto Vilaça, O MUD Juvenil em Coimbra. História e estórias, Campo das Letras, 1998]

segunda-feira, 20 de janeiro de 2014

[0491.] MARIA LUÍSA AREOSA FEIO [I]


- MARIA LUÍSA BARRETO AREOSA FEIO -

[01/05/1926-18/01/2014]

- Ativista da CDE aquando da sua constituição, em 1969.

- Fundadora e ativista do Movimento Democrático de Mulheres.

domingo, 19 de janeiro de 2014

[0490.] MADALENA COELHO MARQUES DE ALMEIDA [I]

* MADALENA COELHO MARQUES DE ALMEIDA *
[01/02/1916-2013]

 
[Pormenor de um grupo de sócias do CNMP - Coimbra]

Professora, licenciada em Germânicas pela Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra. 

Apoiante do MUD e do MUD-Juvenil, integrou o numeroso grupo de mulheres da região centro que, em 1946, subscreveu o documento solicitando a Maria Lamas, na qualidade de Presidente do Conselho Nacional das Mulheres Portuguesas, a formação de uma delegação em Coimbra. 

Aderiu, no mesmo período, ao núcleo de Coimbra da Associação Feminina Portuguesa para a Paz. 

Participou na campanha presidencial de Norton de Matos, tendo discursado, a 13 de Janeiro de 1949, no comício realizado no Teatro Avenida, em Coimbra. 

Manteve actividade oposicionista na década seguinte.

Presa pela PIDE juntamente com o marido, Boaventura de Almeida Lopes Tavares [15/06/1917-17/05/1974], em 27 de Agosto de 1962, na Figueira da Foz. Na mesma data, mas em Coimbra, foi detida Eva Amado.

Levada para Caxias, permaneceu detida até 20 de Novembro, sendo libertada sob caução. Julgada em 16 de Novembro do ano seguinte, foi condenada a 1 ano de prisão e perca de direitos políticos, enquanto Eva Amado foi condenada a 14 meses de prisão.

Ivone Maria da Conceição Teles, licenciada em Farmácia, e Maria Regina Dias Carvalheiro, advogada, integraram o mesmo processo, embora tenham sido detidas posteriormente - a 30 de Outubro e a 18 de Dezembro -, tendo ambas sido absolvidas aquando do julgamento a 16 de Novembro de 1963.


Acusada de pertencer ao Partido Comunista, foi afastada do ensino e reintegrada na sequência da revolução de Abril de 1974. 

O marido, engenheiro civil, faleceu menos de um mês decorrido sobre esta data com 57 anos.


[João Esteves]

[0489.] MARIA ISABEL ABOIM INGLEZ [IV]


- Maria Isabel  Aboim Inglez, "a INDOMÁVEL" -

evocada, em 1975, por José Gomes Ferreira 


[in Revolução Necessária (Crónicas), 1975]

sábado, 18 de janeiro de 2014

[0488.] BERNARDINA ANTUNES ARAÚJO NEVES [II]


* Bernardina Antunes Araújo Neves *

Biografia Prisional

[Rose Nery Nobre de Melo, Mulheres Portuguesas na Resistência, Lisboa, Seara Nova, 1975, pp. 19-20]